De acordo com as informações, ele utilizava suas redes sociais, como Instagram e Facebook, para atingir pessoas públicas e privadas. Até o momento, não foram divulgados o nome nem a idade do suspeito.
A Polícia Civil segue investigando o caso para apurar as motivações do influenciador, que teria utilizado conteúdos, inclusive com uso de inteligência artificial, para desestabilizar as vítimas tanto no ambiente digital quanto na vida pessoal, causando prejuízos à imagem e às atividades profissionais. O perfil do suspeito no Instagram já foi desativado. As investigações continuam.
Peixoto Feed - Web
Segunda Versão: A Polícia Civil cumpriu um mandado de busca e apreensão na residência de um suspeito investigado por administrar perfis nas redes sociais, como “Tripolina” e “Peixoto Sincero”, acusados de divulgar conteúdos considerados ofensivos e falsos em Peixoto de Azevedo.
De acordo com as investigações, os perfis vinham sendo utilizados para publicar informações que podem configurar crimes contra a honra, como difamação, injúria e calúnia, atingindo diversas pessoas por meio do Instagram.
Segundo o delegado responsável pelo caso, a apuração teve início após denúncias e avançou com o uso de técnicas de investigação digital, que permitiram identificar um possível envolvido. A partir disso, a Polícia Civil representou pelo mandado de busca e apreensão, que foi autorizado pela Justiça.
“O mandado foi cumprido na residência de um possível suspeito que estaria por trás das publicações indevidas. Ainda não temos certeza se é apenas ele ou se há outras pessoas envolvidas, mas as investigações continuam”, explicou o delegado.
Ainda conforme a autoridade policial, os crimes investigados podem resultar em penas significativas, especialmente se somadas as possíveis infrações.
“Pode haver a configuração de crimes como difamação, injúria e calúnia. Somadas, essas penas podem ser consideráveis”, destacou.
A Polícia Civil segue com as investigações para identificar todos os responsáveis pelas páginas e apurar a extensão dos danos causados pelas publicações.
O caso chama atenção para o uso irresponsável das redes sociais e reforça que a disseminação de informações falsas pode gerar consequências
Créditos: A Bronca MT
